The Gospel of John presents us with a striking and deeply contemplative scene. Unlike the other Gospels, John does not describe Jesus’ baptism in detail. Instead, he places before us the testimony of John the Baptist, who sees Jesus coming toward him and proclaims words that echo through the centuries: “Behold, the Lamb of God, who takes away the sin of the world.” John the Baptist is not focused on himself. From the very beginning, his mission is one of pointing away from his own importance and directing attention to another. He is a witness. He sees Jesus, recognizes Him, and names who He truly is. This is essential to understanding Christian discipleship. To be a disciple is not first about achievement or recognition; it is about seeing Christ and helping others to see Him as well.
The title John gives Jesus is rich with meaning. Calling Jesus the “Lamb of God” draws us into the heart of salvation history. It recalls the Passover lamb, whose blood marked the doorposts of the Israelites and spared them from death. It evokes the daily temple sacrifices offered for the sins of the people. Yet this Lamb is unlike any other. He does not merely symbolize innocence or obedience; He actively takes away the sin of the world. Sin, in John’s Gospel, is not simply a list of moral failures. It is everything that breaks communion with God, distorts our relationships, and clouds our ability to live in truth. Jesus comes not to condemn, but to restore—to heal what is broken and to draw humanity back into communion with the Father.
John the Baptist continues his testimony by admitting something humbling: “I did not know Him.” This is a surprising confession. John and Jesus were related. John had been preaching and baptizing in preparation for the Messiah. And yet, he insists that he did not recognize Jesus on his own. Recognition comes through revelation. God reveals His Son not through human deduction or personal familiarity, but through the action of the Spirit.
John explains that the one who sent him to baptize told him how he would know the Messiah: he would see the Spirit descend and remain upon Him. When John sees the Spirit descend upon Jesus like a dove, he understands. Jesus is the one upon whom the Spirit rests fully and permanently.
This revelation tells us something essential about who Jesus is. He is not simply a teacher inspired by God or a prophet momentarily empowered. He is the Son of God, living in perfect communion with the Father and the Spirit. John the Baptist’s final declaration—“Now I have seen and testified that He is the Son of God”—is the climax of this passage. It is a confession of faith, offered not as an abstract doctrine, but as the fruit of encounter and revelation.
For us as the Stoughton Catholic Community, this Gospel invites reflection on how we see Jesus and how we speak about Him. Do we recognize Him as the Lamb of God who takes away our sin, or have we reduced Him to a comforting figure who asks little of us? Do we allow the Spirit to reveal Christ to us anew, or do we rely solely on habit and familiarity?
This passage also sheds light on the heart of the Mass. At every Eucharistic celebration, just before Communion, the Church places John the Baptist’s words on the lips of the priest: “Behold the Lamb of God.” These words are not a liturgical flourish; they are a moment of recognition. Like John, we are invited to see Jesus truly present and to respond with humility: “Lord, I am not worthy…” The Lamb who takes away the sin of the world comes to us in simplicity, inviting us into communion.
Finally, John the Baptist models the vocation of every baptized person. We are called to be witnesses—to point beyond ourselves, to testify to what we have seen and heard, and to trust that the Spirit is at work. Our task is not to manufacture faith in others, but to make space for encounter, to say with our lives: Behold the Lamb of God.
In a world often marked by noise, division, and distraction, this Gospel calls us back to the essential question: Do we recognize Jesus when He comes toward us? And having recognized Him, are we willing to bear witness, so that others, too, may come to believe?—Fr. Carlos
O Evangelho segundo São João apresenta-nos uma cena marcante e profundamente contemplativa. Ao contrário dos outros Evangelhos, João não descreve em detalhe o batismo de Jesus. Em vez disso, coloca diante de nos, o testemunho de João Batista, que vê Jesus aproximar-se e proclama palavras que ecoam ao longo dos séculos: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo». São João Batista não está centrado em si mesmo. Desde o início, a sua missão consiste em afastar o olhar da sua própria importância e direcioná-lo para o outro. Ele é uma testemunha. Vê Jesus, reconhece-O e dá-Lhe o nome que revela quem ele verdadeiramente é. Isto é essencial para compreender o discipulado cristão. Ser discípulo não é, antes de mais, uma questão de realizações ou reconhecimento; é aprender a ver Cristo e a ajudar os outros a vê-Lo também.
O título que João atribui a Jesus é rico em significado. Chamar Jesus «Cordeiro de Deus» introduz-nos no coração da história da salvação. Recorda o cordeiro pascal, cujo sangue marcou os umbrais das portas dos israelitas e os livrou da morte. Evoca os sacrifícios diários no templo, oferecidos pelos pecados do povo. Contudo, este Cordeiro difere de todos os outros. Ele não se limita a simbolizar a inocência ou a obediência; ele tira verdadeiramente o pecado do mundo. O pecado, no Evangelho de João, não é apenas uma lista de falhas morais. É tudo aquilo que rompe a comunhão com Deus, distorce as nossas relações e obscurece a nossa capacidade de viver na verdade. Jesus não vem para condenar, mas para restaurar — para curar o que está ferido e reconduzir a humanidade à comunhão com o Pai.
São João Batista continua o seu testemunho, confessando algo profundamente humilde: «Eu não O conhecia». Trata-se duma afirmação surpreendente. João e Jesus são primos. João pregava e batizava em preparação para a vinda do Messias. No entanto, insiste que não reconheceu Jesus por si mesmo. O reconhecimento vem por revelação. Deus revela o Seu Filho não através de deduções humanas ou de uma simples familiaridade pessoal, mas pela ação do Espírito.
São João explica que aquele que o enviou a batizar indicou-lhe como reconheceria o Messias: veria o Espírito descer e permanecer sobre Ele. Quando João vê o Espírito descer sobre Jesus como uma pomba, compreende. Jesus é Aquele sobre quem o Espírito repousa plenamente e permanentemente.
Esta revelação diz-nos algo essencial sobre quem é Jesus. Ele não é apenas um mestre inspirado por Deus ou um profeta momentaneamente fortalecido. Ele é o Filho de Deus, que vive em perfeita comunhão com o Pai e com o Espírito. A declaração final de São João Batista — «Eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus» — é o ponto culminante desta passagem. Trata-se duma profissão de fé, apresentada não como uma doutrina abstrata, mas como fruto dum encontro e duma revelação.
Para nós, como Comunidade Católica de Stoughton, este Evangelho convida-nos a refletir sobre a forma como vemos Jesus e como falamos dele. Reconhecemo-lo como o Cordeiro de Deus que tira o nosso pecado, ou reduzimo-lo a uma figura reconfortante que pouco nos exige? Permitimos que o Espírito nos revele Cristo de novo, ou limitámo-nos ao hábito e à familiaridade?
Esta passagem também ilumina o coração da Missa. Em cada celebração eucarística, imediatamente antes da Comunhão, a Igreja coloca nos lábios do sacerdote as palavras de São João Batista: «Eis o Cordeiro de Deus». Estas palavras não são um simples ornamento litúrgico; são um momento de reconhecimento. Tal como João, somos convidados a ver Jesus verdadeiramente presente e a responder com humildade: «Senhor, eu não sou digno…». O Cordeiro que tira o pecado do mundo vem até nós na simplicidade, convidando-nos à comunhão.
São João Batista é modelo da vocação de todo o batizado. Somos chamados a ser testemunhas — a apontar para além de nós mesmos, a dar testemunho do que vimos e ouvimos e a confiar que o Espírito está a agir. A nossa missão não é produzir a fé nos outros, mas criar espaço para o encontro, dizendo com a nossa própria vida: Eis o Cordeiro de Deus.
Num mundo frequentemente marcado pelo ruído, pela divisão e pela distração, este Evangelho reconduz-nos à pergunta essencial: reconhecemos Jesus quando Ele vem ao nosso encontro? E, após do reconhecermos, estamos dispostos a dar testemunho para que outros também possam chegar à fé?— Pe. Carlos
El Evangelio de Juan nos presenta una escena impactante y profundamente contemplativa. A diferencia de los otros Evangelios, Juan no describe el bautismo de Jesús en detalle. En cambio, nos presenta el testimonio de San Juan el Bautista, quien ve a Jesús acercándose y proclama palabras que resuenan a través de los siglos: «He aquí el Cordero de Dios, que quita el pecado del mundo». Juan el Bautista no se centra en sí mismo. Desde el principio, su misión es desviar la atención de su propia importancia y dirigirla hacia la de otro. Es un testigo. Ve a Jesús, lo reconoce y nombra quién es Él en realidad. Esto es esencial para comprender el discipulado cristiano. Ser discípulo no se trata principalmente de logros o reconocimiento; se trata de ver a Cristo y ayudar a otros a verlo también.
El título que Juan le da a Jesús está lleno de significado. Llamar a Jesús el «Cordero de Dios» nos introduce en el corazón de la historia de la salvación. Recuerda al cordero pascual, cuya sangre marcó los dinteles de las puertas de los israelitas y los salvó de la muerte. Evoca los sacrificios diarios del templo ofrecidos por los pecados del pueblo. Sin embargo, este Cordero es diferente a cualquier otro. No solo simboliza la inocencia o la obediencia; también quita activamente el pecado del mundo. El pecado, en el Evangelio de Juan, no es simplemente una lista de fallas morales. Es todo lo que rompe la comunión con Dios, distorsiona nuestras relaciones y nubla nuestra capacidad de vivir en la verdad. Jesús no viene a condenar, sino a restaurar, a sanar lo que está roto y a atraer a la humanidad de regreso a la comunión con el Padre.
Juan el Bautista continúa su testimonio admitiendo con humildad: «Yo no lo conocía». Esta es una confesión sorprendente. Juan y Jesús eran primos. Juan había estado predicando y bautizando en preparación para el Mesías. Y, sin embargo, insiste en que no reconoció a Jesús por sí mismo. El reconocimiento proviene de la revelación. Dios revela a su Hijo no a través de la deducción humana ni de la familiaridad personal, sino a través de la acción del Espíritu.
Juan explica que quien lo envió a bautizar le dijo cómo reconocería al Mesías: vería al Espíritu descender y permanecer sobre Él. Cuando Juan ve al Espíritu descender sobre Jesús en forma de paloma, lo comprende. Jesús es aquel sobre quien el Espíritu reposa plenamente y permanentemente.
Esta revelación nos dice algo esencial sobre quién es Jesús. No es simplemente un maestro inspirado por Dios ni un profeta momentáneamente empoderado. Él es el Hijo de Dios, que vive en perfecta comunión con el Padre y el Espíritu. La declaración final de Juan el Bautista —«Ahora lo he visto y doy testimonio de que Él es el Hijo de Dios»— es la culminación de este pasaje. Es una confesión de fe, ofrecida no como una doctrina abstracta, sino como fruto del encuentro y la revelación.
Para nosotros, como Comunidad Católica de Stoughton, este Evangelio nos invita a reflexionar sobre cómo vemos a Jesús y cómo hablamos de Él. ¿Lo reconocemos como el Cordero de Dios que quita el pecado del mundo, o lo hemos reducido a una figura reconfortante que nos exige poco? ¿Permitimos que el Espíritu nos revele a Cristo de nuevo, o nos basamos únicamente en la costumbre y la familiaridad?
Este pasaje también ilumina el corazón de la Misa. En cada celebración eucarística, justo antes de la Comunión, la Iglesia pone las palabras de Juan el Bautista en los labios del sacerdote: «Este es el Cordero de Dios». Estas palabras no son un simple adorno litúrgico; son un momento de reconocimiento. Como Juan, estamos invitados a ver a Jesús verdaderamente presente y a responder con humildad: «Señor, no soy digno…» El Cordero que quita el pecado del mundo viene a nosotros con sencillez, invitándonos a la comunión.
Finalmente, Juan el Bautista modela la vocación de todo bautizado. Estamos llamados a ser testigos, a señalar más allá de nosotros mismos, a dar testimonio de lo que hemos visto y oído, y a confiar en que el Espíritu está obrando. Nuestra tarea no es infundir la fe en los demás, sino crear un espacio para el encuentro, para decir con nuestras vidas: Este es el Cordero de Dios.
En un mundo a menudo marcado por el ruido, la división y la distracción, este Evangelio nos llama a la pregunta esencial: ¿Reconocemos a Jesús cuando viene a nuestro encuentro? Y habiéndolo reconocido, ¿estamos dispuestos a dar testimonio para que otros también lleguen a creer? —Padre Carlos