Weekly Message from our Pastor - Rev. Carlos D. Suarez
Over the last two Sundays, we have been reflecting in different ways on the question of power. Two weeks ago, with Peter’s great confession—“You are the Christ, the Son of the living God”—we saw the power of faith. Peter did not yet understand everything those words meant, but he had recognized something true about Jesus. Last Sunday, we saw a very different kind of power at work: the power of fear and the attraction of earthly power. When Jesus told the disciples that He would go to Jerusalem to suffer and die, Peter immediately resisted. He loved Jesus, but he was afraid. He also still carried the expectation that the Messiah would be a conquering figure, someone who would come with strength, victory, and authority. Peter had the right answer about who Jesus was, but he still had much to learn about what it meant to follow Him. Jesus’ sharp response to Peter—“Get behind me, Satan”—was not because Peter had suddenly become evil. Peter had simply become a stumbling block. His fear and his expectations were pulling him away from the path Jesus had come to walk. All of this raises an important question for us: where is the power in our own lives rooted? Power can be used for tremendous good. It can protect, serve, and strengthen, but power can also divide, control, and destroy. Much depends on where it comes from. This Sunday’s Gospel gives us a different picture of power altogether. We see the kind of power that Jesus teaches and lives: the power of forgiveness and the power of faith expressed through prayer. Forgiveness is one of the best ways we imitate God. God’s desire from the beginning has been to bring His people back into communion with Himself. Again and again, He forgives our weakness, our stubbornness, and our sin. The Father sent His Son not to condemn us, but to save us and give us life. We live because we have been forgiven. And because we have received mercy, we are invited to extend mercy to others. That does not mean forgiveness is easy. Sometimes we think we have forgiven someone, only to discover that the hurt returns when a memory is stirred up or when an old situation repeats itself. Forgiveness is often a process. Sometimes it is a choice we have to make more than once. Forgiveness does not mean pretending that what happened was acceptable. It means refusing to let the wound have the final word. Often, as we begin to release another person, we discover that God is also freeing our own hearts. The other great expression of power in this Sunday’s Gospel is the power of faith, especially in prayer. Jesus reminds us that when we gather in His name, He is present among us. He invites us to bring our needs before the Father with confidence. Yet sometimes our prayer can be hesitant. We approach God almost as if we need to convince Him to care. We explain ourselves, make our case, and wonder whether our prayer is important enough. But prayer is not a negotiation. Prayer is coming home to the heart of the Father. God already knows us. He already knows what we need. That does not mean every prayer will be answered exactly as we hope. But it does mean that we can pray with confidence. We can trust that God hears us, and is at work even when we cannot yet see the answer. So perhaps our invitation this week is very simple: be more faithful and be more prayerful. Be more faithful when fear begins to take over. Be more faithful when forgiveness is difficult. Be more faithful when God’s plan is not the plan we would have chosen. And be more prayerful. Pray for your family. Pray for those who are suffering. Pray for someone who has hurt you. Pray for our Stoughton Catholic Community. Pray for our Church. Pray for someone who has stopped praying for themselves. Do not underestimate what God can do with a heart that trusts Him. The world often tells us that power comes from control. Jesus shows us something much more beautiful: real power is found in faith, mercy, forgiveness, service, and prayer. May we choose that kind of power this week.—Fr. Carlos
Ao longo dos últimos dois domingos, temos refletido, de diferentes maneiras, sobre a questão do poder. Há duas semanas, com a grande profissão de fé de Pedro — “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo” — vimos o poder da fé. Pedro ainda não compreendia plenamente tudo o que aquelas palavras significavam, mas tinha reconhecido algo verdadeiro acerca de Jesus. No domingo passado, vimos em ação um tipo de poder muito diferente: o poder do medo e a atração pelo poder terreno. Quando Jesus disse aos discípulos que iria a Jerusalém para sofrer e morrer, Pedro reagiu imediatamente. Ele amava Jesus, mas tinha medo. E continuava também a alimentar a expectativa de que o Messias seria uma figura conquistadora, alguém que viria com força, vitória e autoridade. Pedro tinha dado a resposta certa sobre quem era Jesus, mas ainda tinha muito a aprender sobre o que significava segui-lo. A resposta dura de Jesus a Pedro — “Vai para trás de Mim, Satanás” — não significava que Pedro se tivesse tornado subitamente uma pessoa má. Pedro tinha-se simplesmente tornado uma pedra de tropeço. O seu medo e as suas expectativas estavam a afastá-lo do caminho que Jesus tinha vindo percorrer. Tudo isto levanta uma questão importante para nós: onde está enraizado o poder na nossa própria vida? O poder pode ser utilizado para fazer um bem imenso. Pode proteger, servir e fortalecer, mas também pode dividir, controlar e destruir. Muito depende daquilo em que está enraizado. O Evangelho deste domingo apresenta-nos uma imagem completamente diferente do poder. Vemos o tipo de poder que Jesus ensina e vive: o poder do perdão e o da fé, expressos por meio da oração. O perdão é uma das melhores maneiras que temos de imitar a Deus. Desde o princípio, o desejo de Deus tem sido reconduzir o Seu povo à comunhão com Ele. Repetidamente, Ele perdoa a nossa fraqueza, a nossa teimosia e o nosso pecado. O Pai enviou o Seu Filho não para nos condenar, mas para nos salvar e dar-nos vida. Vivemos porque fomos perdoados. E porque recebemos misericórdia, somos convidados a oferecer misericórdia aos outros. Isso não significa que perdoar seja fácil. Por vezes, pensamos que já perdoámos alguém, apenas para descobrir que a ferida volta a doer quando uma recordação reaparece ou uma situação antiga se repete. O perdão é, muitas vezes, um processo. Por vezes, é uma escolha que temos de fazer mais do que uma vez. Perdoar não significa fingir que o que aconteceu foi aceitável. Significa recusar-se a permitir que a ferida tenha a última palavra. Muitas vezes, quando começamos a libertar outra pessoa, descobrimos que Deus também está a libertar o nosso próprio coração. A outra grande expressão de poder no Evangelho deste domingo é o poder da fé, especialmente na oração. Jesus recorda-nos que, quando nos reunimos no seu nome, Ele está presente no meio de nós. Convida-nos a apresentar as nossas necessidades ao Pai com confiança. No entanto, por vezes, a nossa oração pode ser hesitante. Aproximamo-nos de Deus quase como se tivéssemos que convencê-lo a preocupar-Se conosco. Mas a oração não é uma negociação. Rezar é regressar a casa, ao coração do Pai. Deus já nos conhece. Já sabe do que precisamos. Isso não significa que todas as nossas orações serão respondidas exatamente como esperamos. Mas significa que podemos rezar com confiança. Podemos acreditar que Deus nos ouve e que está a agir, mesmo quando ainda não conseguimos ver a resposta. Por isso, talvez o convite desta semana seja muito simples: sejamos mais fiéis e mais dedicados à oração. Sejamos mais fiéis quando o medo começa a dominar-nos. Sejamos mais fiéis quando perdoar se torna difícil. Sejamos mais fiéis quando o plano de Deus não é o plano que nós teríamos escolhido. E sejamos mais dedicados à oração. Rezemos pelas nossas famílias. Rezemos por aqueles que sofrem. Rezemos por alguém que nos magoou. Rezemos pela nossa Comunidade Católica de Stoughton. Rezemos pela nossa Igreja. Rezemos por alguém que já deixou de rezar por si. Não subestimemos aquilo que Deus pode fazer com um coração que confia nele. O mundo diz-nos, muitas vezes, que o poder vem do controlo. Jesus mostra-nos algo muito mais belo: o verdadeiro poder encontra-se na fé, na misericórdia, no perdão, no serviço e na oração. Esta semana escolhamos este tipo de poder. —Pe. Carlos
Durante los últimos dos domingos, hemos estado reflexionando de distintas maneras sobre la cuestión del poder. Hace dos semanas, con la gran confesión de Pedro —“Tú eres el Mesías, el Hijo de Dios vivo”— vimos el poder de la fe. Pedro todavía no comprendía plenamente todo lo que significaban aquellas palabras, pero había reconocido algo verdadero acerca de Jesús. El domingo pasado, vimos actuar un tipo de poder muy diferente: el poder del miedo y la atracción del poder terrenal. Cuando Jesús les dijo a los discípulos que iría a Jerusalén para sufrir y morir, Pedro se opuso de inmediato. Amaba a Jesús, pero tenía miedo. Además, todavía conservaba la expectativa de que el Mesías sería una figura conquistadora, alguien que vendría con fuerza, victoria y autoridad. Pedro tenía la respuesta correcta sobre quién era Jesús, pero todavía tenía mucho que aprender sobre lo que significaba seguirlo. La fuerte respuesta de Jesús a Pedro —“¡Apártate de mí, Satanás!”— no significaba que Pedro se hubiera vuelto de repente malvado. Simplemente, Pedro se había convertido en una piedra de tropiezo. Su miedo y sus expectativas lo alejaban del camino que Jesús había venido a recorrer. Todo esto nos plantea una pregunta importante: ¿dónde está arraigado el poder en nuestra propia vida? El poder puede utilizarse para hacer un bien inmenso. Puede proteger, servir y fortalecer, pero también puede dividir, controlar y destruir. Mucho depende de dónde provenga. El Evangelio de este domingo nos presenta una imagen completamente diferente del poder. Vemos el tipo de poder que Jesús enseña y vive: el poder del perdón y el poder de la fe expresado por medio de la oración. El perdón es una de las mejores maneras de imitar a Dios. Desde el principio, el deseo de Dios ha sido llevar de nuevo a su pueblo a la comunión con Él. Una y otra vez, Él perdona nuestra debilidad, nuestra terquedad y nuestro pecado. El Padre envió a su Hijo no para condenarnos, sino para salvarnos y darnos vida. Vivimos porque hemos sido perdonados. Y porque hemos recibido misericordia, somos invitados a ofrecerla a los demás. Eso no significa que perdonar sea fácil. A veces pensamos que hemos perdonado a alguien, solo para descubrir que el dolor regresa cuando algún recuerdo vuelve a nuestra mente o cuando una situación del pasado se repite. El perdón, muchas veces, es un proceso. A veces es una decisión que tenemos que tomar más de una vez. Perdonar no significa fingir que lo ocurrido estuvo bien. Significa negarnos a permitir que la herida tenga la última palabra. Muchas veces, cuando comenzamos a dejar libre a la otra persona, descubrimos que Dios también está liberando nuestro propio corazón. La otra gran expresión de poder en el Evangelio de este domingo es el poder de la fe, especialmente en la oración. Jesús nos recuerda que cuando nos reunimos en su nombre, Él está presente en medio de nosotros. Nos invita a presentar nuestras necesidades ante el Padre con confianza. Sin embargo, a veces nuestra oración puede ser vacilante. Nos acercamos a Dios casi como si tuviéramos que convencerlo de que se preocupe por nosotros. Nos explicamos, presentamos nuestros argumentos y nos preguntamos si nuestra oración es lo suficientemente importante. Pero la oración no es una negociación. Orar es volver a casa, al corazón del Padre. Dios ya nos conoce. Él ya sabe lo que necesitamos. Eso no significa que cada oración sea respondida exactamente como esperamos. Pero sí significa que podemos orar con confianza. Podemos confiar en que Dios nos escucha y está obrando, incluso cuando todavía no podemos ver la respuesta. Por eso, quizás nuestra invitación para esta semana sea muy sencilla: seamos más fieles y más dedicados a la oración. Seamos más fieles cuando el miedo comience a dominarnos. Seamos más fieles cuando perdonar sea difícil. Seamos más fieles cuando el plan de Dios no sea el que habríamos elegido nosotros. Y seamos más dedicados a la oración. Oremos por nuestras familias. Oremos por quienes están sufriendo. Oremos por alguien que nos haya herido. Oremos por nuestra Comunidad Católica de Stoughton. Oremos por nuestra Iglesia. Oremos por alguien que haya dejado de rezar por sí mismo. No subestimemos lo que Dios puede hacer con un corazón que confía en Él. El mundo muchas veces nos dice que el poder viene del control. Jesús nos muestra algo mucho más hermoso: el verdadero poder se encuentra en la fe, la misericordia, el perdón, el servicio y la oración. Elijamos esta semana ese tipo de poder. —P. Carlos