Weekly Message from our Pastor - Rev. Carlos D. Suarez
In this Sunday’s Gospel, Jesus poses a question to His disciples that should also be written upon every human heart: “Who do you say that I am?” It is one of the most important questions in all of Scripture. From the time of Jesus until our own day, there have been countless interpretations and misinterpretations of who He is. Some reduce Jesus to a wise teacher, moral example, or compassionate reformer. Others shape Him according to their own preferences, emphasizing what is comfortable while ignoring what is demanding. Yet the Gospel does not allow us to remain with an incomplete picture of Jesus. Peter answers boldly: “You are the Christ, the Son of the living God.” It is a beautiful profession of faith. Peter knows the right answer, but it will take time for those words to become the pattern of his life. That is often true for us as well. We may know the Creed, profess that Jesus is Lord, but discipleship asks something more. The words we profess must gradually become the life we live. Peter shows us what that gradual conversion looks like. The same man who boldly proclaims Jesus as the Christ will misunderstand what His mission means. When Jesus speaks about suffering and the Cross, Peter resists. Later, when Jesus is arrested, Peter draws a sword and strikes the servant of the high priest. Jesus must correct his zeal. Then, during the Passion, this same courageous disciple will deny three times that he even knows Jesus. Peter’s weakness should make us reflect upon our own witness. How often do we remain silent about our faith because we fear an uncomfortable conversation? How often do we compromise Gospel values because we do not want to appear different? Sometimes we deny Christ not through dramatic rejection, but through small choices to remain silent, go along with what we know is wrong, or separate the faith we profess on Sunday from the life we live during the week. Yet there is another danger. In our desire to defend the truth, we can forget the manner in which Jesus Himself reveals it. We can turn the Gospel into a weapon rather than an invitation to conversion. St. Teresa Benedicta of the Cross, Edith Stein, offers an important principle for discipleship: “Do not accept anything as truth that lacks love, and do not accept anything as love that lacks truth.” Truth and love must remain inseparable. We cannot water down the Gospel simply because some of its teachings are difficult or unpopular. A love that refuses to speak the truth is incomplete. At the same time, truth proclaimed without charity can become harsh and self-righteous. We do not proclaim the Gospel in order to defeat people in arguments or demonstrate our own righteousness. We proclaim Jesus Christ because we believe that knowing Him leads to the fullness of life. Peter himself has to learn this balance. His zeal must be purified. The man who once drew a sword will eventually become the shepherd who gives his life for Christ and His Church. His words and his life gradually become one. That is the invitation placed before each of us. Who do you say that Jesus is? The answer cannot be given only with our lips. We answer through the way we treat our families, coworkers, neighbors, strangers, and even those with whom we disagree. We answer through what we value, how we forgive, how we serve, how we speak, and what we are willing to sacrifice. Discipleship means allowing Christ to make us more like Himself each day. Conversion can be joyful as we discover new freedom and purpose, but it can also be painful because Christ asks us to surrender attitudes, habits, and attachments that do not belong in the life of a disciple. Peter reminds us that Jesus does not choose perfect witnesses. He chooses people willing to walk with Him, be corrected by Him, fall and rise again, and continue following. Our profession of faith must become more than beautiful words. It must become a life in which truth and love meet, so that when the world asks us who Jesus is, our answer can be seen not only in what we say, but in who we have become.—Fr. Carlos
No Evangelho deste domingo, Jesus faz aos seus discípulos uma pergunta que também deveria estar gravada no coração de cada ser humano: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» É uma das perguntas mais importantes de toda a Sagrada Escritura. Desde o tempo de Jesus até aos nossos dias, têm existido inúmeras interpretações e compreensões erradas acerca de quem Jesus é. Alguns reduzem Jesus a um mestre sábio, a um exemplo moral ou a um reformador compassivo. Outros moldam-No segundo as suas próprias preferências, salientando o que é confortável e ignorando o que é exigente. No entanto, o Evangelho não nos permite manter uma imagem incompleta de Jesus. Pedro responde com coragem: «Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo.» É uma bela profissão de fé. Pedro conhece a resposta certa, mas ele ainda precisa mudar para que essas palavras se tornem o modelo da sua vida. Muitas vezes, o mesmo acontece conosco. Podemos conhecer o Credo e professar que Jesus é o Senhor, mas o discipulado exige algo mais. As palavras que professamos devem, pouco a pouco, tornar-se a vida que vivemos. Pedro mostra-nos como é essa conversão gradual. O mesmo homem que proclama corajosamente Jesus como o Cristo irá compreender mal o significado da sua própria missão. Quando Jesus fala do sofrimento e da Cruz, Pedro resiste. Mais tarde, quando Jesus é preso, Pedro desembainha uma espada e fere o servo do sumo sacerdote. Jesus tem de corrigir o seu zelo. Depois, durante a Paixão, este mesmo discípulo corajoso negará três vezes sequer conhecer Jesus. A fraqueza de Pedro deve levar-nos a refletir sobre o nosso próprio testemunho. Quantas vezes permanecemos em silêncio acerca da nossa fé por receio duma conversa incómoda? Quantas vezes comprometemos os valores do Evangelho porque não queremos parecer diferentes? Por vezes, negamos Cristo não através duma rejeição dramática, mas através de pequenas escolhas: ficar em silêncio, acompanhar aquilo que sabemos estar errado ou separar a fé que professamos no domingo da vida que levamos durante a semana. Há, porém, outro perigo. No nosso desejo de defender a verdade, podemos esquecer a maneira como o próprio Jesus a revela. Podemos transformar o Evangelho numa arma, em vez do apresentar como um convite à conversão. Santa Teresa Benedita da Cruz, Edith Stein, oferece-nos um princípio importante para o discipulado: «Não aceiteis nada como verdade que não tenha amor, nem aceiteis nada como amor que não tenha verdade.» A verdade e o amor devem permanecer inseparáveis. Não podemos diluir o Evangelho simplesmente porque alguns dos seus ensinamentos são difíceis ou impopulares. Um amor que se recusa a dizer a verdade é incompleto. Ao mesmo tempo, uma verdade proclamada sem caridade pode tornar-se dura e presunçosa. Não proclamamos o Evangelho para derrotar os outros em discussões ou para demonstrar a nossa própria justiça. Proclamamos Jesus Cristo porque acreditamos que conhecê-Lo conduz à plenitude da vida. O próprio Pedro tem de aprender este equilíbrio. O seu zelo precisa de ser purificado. O homem que um dia desembainhou uma espada acabará por se tornar o pastor que dá a vida por Cristo e pela sua Igreja. As suas palavras e a sua vida tornam-se gradualmente uma só coisa. Este é o convite que hoje é colocado diante de cada um de nós. Quem dizes tu que Jesus é? A resposta não pode ser dada apenas com os nossos lábios. Respondemos através da forma como tratamos as nossas famílias, os nossos colegas de trabalho, os nossos vizinhos, os desconhecidos e até aqueles com quem discordamos. Respondemos através daquilo que valorizamos, da forma como perdoamos, servimos, falamos e daquilo que estamos dispostos a sacrificar. O discipulado significa permitir que Cristo nos torne cada vez mais semelhantes a Ele. A conversão pode ser alegre, à medida que descobrimos uma nova liberdade e um novo propósito, mas também pode ser dolorosa, porque Cristo nos pede que abandonemos atitudes, hábitos e apegos que não pertencem à vida dum discípulo. Pedro recorda-nos que Jesus não escolhe testemunhas perfeitas. Escolhe pessoas dispostas a caminhar com Ele, a deixar-se corrigir por ele, a cair e a levantar-se de novo, continuando a segui-Lo. A nossa profissão de fé deve tornar-se mais do que belas palavras. Deve tornar-se uma vida em que a verdade e o amor se encontrem, para que, quando o mundo nos perguntar quem é Jesus, a nossa resposta possa ser vista não apenas no que dizemos, mas também naquilo em que nos tornámos. —Pe. Carlos
En el Evangelio de este domingo, Jesús plantea a sus discípulos una pregunta que también debería estar escrita en el corazón de cada ser humano: «Y ustedes, ¿quién dicen que yo soy?» Es una de las preguntas más importantes de toda la Sagrada Escritura. Desde el tiempo de Jesús hasta nuestros días, han existido innumerables interpretaciones y malentendidos acerca de quién es Él. Algunos reducen a Jesús a un maestro sabio, un ejemplo moral o un reformador compasivo. Otros lo moldean según sus propias preferencias, destacando lo que resulta cómodo mientras ignoran lo que resulta exigente. Sin embargo, el Evangelio no nos permite quedarnos con una imagen incompleta de Jesús. Pedro responde con valentía: «Tú eres el Cristo, el Hijo de Dios vivo.» Es una hermosa profesión de fe. Pedro conoce la respuesta correcta, pero le tomará tiempo hasta que esas palabras se conviertan en el modelo de su vida. Muchas veces sucede lo mismo con nosotros. Podemos conocer el Credo y profesar que Jesús es el Señor, pero el discipulado exige algo más. Las palabras que profesamos deben convertirse gradualmente en la vida que vivimos. Pedro nos muestra cómo es esa conversión gradual. El mismo hombre que proclama con valentía a Jesús como el Cristo comprenderá mal lo que significa su misión. Cuando Jesús habla del sufrimiento y de la Cruz, Pedro se resiste. Más tarde, cuando Jesús es arrestado, Pedro saca una espada y hiere al siervo del sumo sacerdote. Jesús tiene que corregir su celo. Luego, durante la Pasión, este mismo discípulo valiente negará tres veces siquiera conocer a Jesús. La debilidad de Pedro debería llevarnos a reflexionar sobre nuestro propio testimonio. ¿Cuántas veces guardamos silencio sobre nuestra fe porque tememos una conversación incómoda? ¿Cuántas veces comprometemos los valores del Evangelio porque no queremos parecer diferentes? A veces negamos a Cristo no mediante un rechazo dramático, sino a través de pequeñas decisiones: guardar silencio, aceptar lo que sabemos que está mal o separar la fe que profesamos el domingo de la vida que vivimos durante la semana. Sin embargo, también existe otro peligro. En nuestro deseo de defender la verdad, podemos olvidar cómo Jesús mismo la revela. Podemos convertir el Evangelio en un arma en lugar de presentarlo como una invitación a la conversión. Santa Teresa Benedicta de la Cruz, Edith Stein, nos ofrece un principio importante para el discipulado: «No aceptes nada como verdad que carezca de amor, ni aceptes nada como amor que carezca de verdad.» La verdad y el amor deben permanecer inseparables. No podemos diluir el Evangelio simplemente porque algunas de sus enseñanzas sean difíciles o impopulares. Un amor que se niega a decir la verdad es incompleto. Al mismo tiempo, la verdad proclamada sin caridad puede volverse dura y autosuficiente. No proclamamos el Evangelio para derrotar a los demás en discusiones ni para demostrar nuestra propia rectitud. Proclamamos a Jesucristo porque creemos que conocerlo conduce a la plenitud de la vida. Pedro mismo tiene que aprender a mantener este equilibrio. Su celo debe ser purificado. El hombre que una vez sacó una espada llegará finalmente a convertirse en el pastor que entrega su vida por Cristo y por su Iglesia. Sus palabras y su vida se convierten gradualmente en una sola cosa. Esa es la invitación que se presenta ante cada uno de nosotros. ¿Quién dices tú que es Jesús? La respuesta no puede darse solo con nuestros labios. Respondemos por medio de la manera en que tratamos a nuestras familias, a nuestros compañeros de trabajo, a nuestros vecinos, a los desconocidos e incluso a quienes no estamos de acuerdo. Respondemos mediante aquello que valoramos: la manera en que perdonamos, servimos y hablamos, y aquello que estamos dispuestos a sacrificar. El discipulado significa permitir que Cristo nos haga cada día más semejantes a Él. La conversión puede ser gozosa cuando descubrimos una nueva libertad y un nuevo propósito, pero también puede ser dolorosa, porque Cristo nos pide que abandonemos actitudes, hábitos y apegos que no pertenecen a la vida de un discípulo. Pedro nos recuerda que Jesús no elige testigos perfectos. Elige personas dispuestas a caminar con Él, a dejarse corregir por Él, a caer y levantarse de nuevo, y a seguir siguiéndolo. Nuestra profesión de fe debe convertirse en algo más que en hermosas palabras. Debe convertirse en una vida en la que la verdad y el amor se encuentren, para que, cuando el mundo nos pregunte quién es Jesús, nuestra respuesta pueda verse no solo en lo que decimos, sino también en aquello en lo que nos hemos convertido. —P. Carlos